Administração Municipal de Três Passos promove diálogo sobre escuta protegida com Agentes Comunitários de Saúde

29/04/2026 | Por: Christian Baum - Jornalista Reg. Nº 0021854/RS



Administração Municipal de Três Passos promove diálogo sobre escuta protegida com Agentes Comunitários de Saúde

A Administração Municipal, por meio do Comitê de Gestão Colegiada, realizou um importante momento de diálogo e orientação com os Agentes Comunitários de Saúde, abordando a Lei nº 13.431/2017, que trata da escuta especializada de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.

A atividade foi conduzida pelas servidoras públicas Juliana Kaufmann de Quadros, assistente social; Rossana da Cunha Arbo, psicóloga; e Elisandra Martins, enfermeira. Durante o encontro, as profissionais destacaram aspectos fundamentais da chamada “lei da escuta”, enfatizando a importância da escuta qualificada e sensível no atendimento a situações de violência.

Na ocasião, também foram discutidos temas como a revelação espontânea — momento em que a criança ou adolescente relata a violência de forma natural — e os cuidados necessários para acolher esse relato sem causar revitimização. As servidoras ainda apresentaram o fluxo de atendimento dentro da política de saúde, reforçando a importância da atuação integrada entre os serviços.

 

O encontro teve como objetivo fortalecer o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde, que desempenham papel essencial na identificação e encaminhamento de casos, contribuindo para a proteção integral de crianças e adolescentes no município.

A Administração Municipal, por meio do Comitê de Gestão Colegiada, realizou um importante momento de diálogo e orientação com os Agentes Comunitários de Saúde, abordando a Lei nº 13.431/2017, que trata da escuta especializada de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.

A atividade foi conduzida pelas servidoras públicas Juliana Kaufmann de Quadros, assistente social; Rossana da Cunha Arbo, psicóloga; e Elisandra Martins, enfermeira. Durante o encontro, as profissionais destacaram aspectos fundamentais da chamada “lei da escuta”, enfatizando a importância da escuta qualificada e sensível no atendimento a situações de violência.

Na ocasião, também foram discutidos temas como a revelação espontânea — momento em que a criança ou adolescente relata a violência de forma natural — e os cuidados necessários para acolher esse relato sem causar revitimização. As servidoras ainda apresentaram o fluxo de atendimento dentro da política de saúde, reforçando a importância da atuação integrada entre os serviços.

O encontro teve como objetivo fortalecer o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde, que desempenham papel essencial na identificação e encaminhamento de casos, contribuindo para a proteção integral de crianças e adolescentes no município.